UNIRIO/HUGG - Hospital Universitário Gaffrée e Guinle - Rio de Janeiro (RJ) — Prova 2020
A hidropsia fetal é definida pelo acúmulo anormal de líquido em pelo menos dois ou mais compartimentos corporais fetais. São causas de hidropsia fetal não imune, EXCETO:
Hidropsia fetal NÃO imune: causas incluem cromossomopatias, infecções (Parvovírus), cardiopatias, STFF. Doença hemolítica perinatal = imune.
A hidropsia fetal não imune é um acúmulo anormal de líquido em múltiplos compartimentos fetais, excluindo a causa imunológica (doença hemolítica perinatal por aloimunização Rh). Suas causas são diversas, abrangendo anomalias genéticas, infecções congênitas, malformações cardíacas e síndromes placentárias.
A hidropsia fetal é uma condição grave caracterizada pelo acúmulo excessivo de líquido em pelo menos dois compartimentos fetais, como ascite, derrame pleural, derrame pericárdico e edema de pele. É um sinal de doença subjacente grave e um desafio diagnóstico na medicina fetal. A distinção entre hidropsia imune e não imune é fundamental para a investigação e manejo. A hidropsia fetal imune é classicamente causada pela doença hemolítica perinatal, resultante da aloimunização materno-fetal, onde anticorpos maternos atacam os eritrócitos fetais, levando à anemia hemolítica grave e insuficiência cardíaca de alto débito. Com a profilaxia anti-Rh, a incidência de hidropsia imune diminuiu significativamente. A hidropsia fetal não imune, por sua vez, engloba uma vasta gama de etiologias, sendo responsável pela maioria dos casos atualmente. As causas são multifatoriais e incluem cromossomopatias (como a Síndrome de Turner), infecções congênitas (especialmente parvovírus B19, que causa anemia fetal), malformações cardíacas estruturais (como hipoplasia de cavidades esquerdas, que leva à insuficiência cardíaca), anomalias pulmonares, síndromes genéticas e complicações de gestações múltiplas (como a síndrome da transfusão feto-fetal). O diagnóstico etiológico é crucial para o aconselhamento e manejo adequado da gestação.
A hidropsia fetal não imune é definida pelo acúmulo anormal de líquido em pelo menos dois compartimentos fetais (ex: ascite, derrame pleural, derrame pericárdico, edema de pele), na ausência de aloimunização materno-fetal (como a doença hemolítica perinatal).
As principais categorias incluem anomalias cromossômicas (ex: Síndrome de Turner), infecções congênitas (ex: parvovírus B19, citomegalovírus), malformações cardíacas e pulmonares, síndromes genéticas e distúrbios placentários (ex: síndrome da transfusão feto-fetal).
A doença hemolítica perinatal é a principal causa de hidropsia fetal imune. Ela ocorre devido à destruição dos glóbulos vermelhos fetais por anticorpos maternos (geralmente anti-Rh), levando à anemia fetal grave, insuficiência cardíaca e, consequentemente, hidropsia.
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