Santa Casa de Araçatuba (SP) — Prova 2021
Qual a via preferencial de administração de líquidos para tratamento do déficit de água no paciente cirúrgico?
Déficit de água em paciente cirúrgico → via oral é preferencial, se tolerada e sem contraindicações.
A via oral é sempre a via preferencial para a administração de líquidos e eletrólitos para corrigir o déficit de água, desde que o paciente esteja consciente, com reflexo de deglutição preservado e sem contraindicações gastrointestinais (como vômitos incoercíveis, obstrução intestinal ou necessidade de repouso gástrico pós-cirúrgico imediato). É a via mais fisiológica, segura e de menor custo.
A reposição hídrica é um pilar fundamental no manejo do paciente cirúrgico, tanto no pré quanto no pós-operatório, para corrigir déficits de água e eletrólitos e manter a homeostase. O déficit de água pode ocorrer devido a perdas insensíveis aumentadas, febre, sangramento, vômitos, diarreia ou restrição de ingestão. A escolha da via de administração é crucial para a segurança e eficácia do tratamento. A via oral é, sem dúvida, a via preferencial para a administração de líquidos e eletrólitos. É a mais fisiológica, segura, econômica e confortável para o paciente, desde que ele esteja consciente, com reflexo de deglutição preservado e sem contraindicações gastrointestinais que impeçam a absorção ou aumentem o risco de aspiração. A hidratação oral precoce no pós-operatório, quando indicada, pode inclusive acelerar a recuperação. As vias parenterais (intravenosa periférica ou central, intra-óssea) são reservadas para situações em que a via oral não é possível ou suficiente, como em pacientes inconscientes, com vômitos incoercíveis, obstrução intestinal, choque, ou necessidade de reposição volêmica rápida. Embora eficazes, carregam riscos inerentes como infecção, flebite, extravasamento e sobrecarga hídrica, devendo ser utilizadas com cautela e monitoramento rigoroso.
A via oral é a via preferencial para reposição de líquidos sempre que o paciente estiver consciente, cooperativo, com reflexo de deglutição intacto e sem contraindicações gastrointestinais, como vômitos persistentes, íleo paralítico ou obstrução intestinal.
A hidratação por via oral é mais fisiológica, segura, de menor custo e evita os riscos associados à via parenteral, como infecções relacionadas ao cateter, flebite, extravasamento e sobrecarga de volume.
A via parenteral é necessária quando o paciente não consegue ingerir líquidos adequadamente (ex: inconsciência, disfagia grave), apresenta perdas excessivas (vômitos incoercíveis, diarreia profusa), tem contraindicações gastrointestinais (obstrução, íleo) ou necessita de reposição rápida e precisa de grandes volumes.
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