Hidatidose Hepática: Diagnóstico e Manejo em Áreas Endêmicas

UFRGS/HCPA - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) — Prova 2018

Enunciado

Paciente masculino, de 52 anos, natural de Uruguaiana (RS) e procedente de São Leopoldo (RS), veio ao ambulatório de cirurgia por apresentar leve desconforto na região epigástrica. Em seu histórico clínico, constava hipertensão arterial sistêmica em uso irregular de anti-hipertensivos. Negou emagrecimento e febre e referiu uso de anti-inflamatórios não esteroides para melhora da dor abdominal. Ao exame físico, encontra- se sem alterações significativas e com sinais vitais dentro da normalidade. Os exames laboratoriais demonstraram leve elevação dos níveis de ALT (117 U/I) e bilirrubina total de 1,8 mg/dl, sendo 1,2 mg/dl da fração direta; o hemograma revelou 11.300 leucócitos/mm³, sem desvio à esquerda. A tomografia computadorizada de abdome, trazida pelo paciente, está reproduzida abaixo. Com base na principal hipótese diagnóstica, qual a conduta a ser adotada?

Alternativas

  1. A) Dar alta ambulatorial e reencaminhar o paciente para a rede básica de saúde.
  2. B) Realizar embolização arterial da lesão e seguimento ambulatorial para agendar hepatectomia parcial.
  3. C) Realizar laparotomia de urgência para drenagem do abscesso.
  4. D) Planejar procedimento de ablação da lesão por radiofrequência.
  5. E) Solicitar sorologias para hidatidose e iniciar tratamento com albendazol para planejamento do procedimento cirúrgico.

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