UNITAU - Universidade de Taubaté (SP) — Prova 2021
Homem de 40 anos, portador de hérnia inguinal direita direta, será submetido à hernioplastia inguinal. É correto afirmar que
Recidiva hérnia Lichtenstein → mais comum junto ao púbis (tubérculo púbico).
A técnica de Lichtenstein é a mais comum para hernioplastia inguinal, caracterizada pelo reparo sem tensão com tela. Embora eficaz, a recidiva é uma complicação possível, e sua localização mais frequente é medial, próximo ao tubérculo púbico, devido a falhas na fixação da tela ou pontos de fraqueza.
As hérnias inguinais são uma das condições cirúrgicas mais comuns, e a hernioplastia inguinal é um procedimento frequentemente realizado. A compreensão das diferentes técnicas e suas particularidades é fundamental para residentes de cirurgia. A hérnia inguinal direta ocorre por fraqueza da parede posterior do canal inguinal, medial aos vasos epigástricos inferiores, e é mais comum em homens idosos. A técnica de Lichtenstein é considerada o padrão-ouro para o reparo de hérnias inguinais na cirurgia aberta, devido à sua simplicidade, eficácia e baixa taxa de recidiva. Ela se baseia no princípio do reparo sem tensão, utilizando uma tela de polipropileno para reforçar a parede posterior do canal inguinal. Essa abordagem minimiza a tensão nos tecidos, que é um fator chave para a recidiva em técnicas de reparo tecidual. Apesar da alta eficácia, a recidiva da hérnia ainda é uma complicação possível após a técnica de Lichtenstein, embora em taxas baixas. A localização mais comum da recidiva é medial, próximo ao tubérculo púbico, ou lateral, próximo ao anel inguinal profundo. Outras complicações incluem seroma, hematoma, dor crônica e infecção da tela. A antibioticoterapia profilática é geralmente indicada, mas o uso de drenos não é rotineiro.
A técnica de Lichtenstein é um reparo sem tensão (tension-free) que utiliza uma tela protética para reforçar a parede posterior do canal inguinal, reduzindo a taxa de recidiva em comparação com as técnicas de reparo tecidual.
A recidiva após a cirurgia de Lichtenstein ocorre mais comumente na região medial, junto ao tubérculo púbico, ou na região lateral, próximo ao anel inguinal profundo, devido a falhas na fixação da tela ou pontos de fraqueza.
O uso rotineiro de drenos em hernioplastias inguinais não é recomendado. Eles podem ser considerados em casos selecionados com alto risco de seroma ou hematoma, como hérnias muito grandes, uso de anticoagulantes ou em pacientes obesos, mas não são mandatórios.
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