IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2020
A hérnia por deslizamento ocorre quando um órgão interno integra uma porção da parede do saco herniário. As vísceras mais comumente envolvidas são:
Hérnia por deslizamento: cólon e bexiga são as vísceras mais comumente envolvidas.
A hérnia por deslizamento é uma condição em que a parede de uma víscera retroperitoneal (como o cólon ou a bexiga) forma parte da parede do saco herniário, tornando a dissecção e o reparo cirúrgico mais desafiadores devido ao risco de lesão visceral.
A hérnia por deslizamento, ou "sliding hernia", representa uma variação anatômica importante no contexto das hérnias da parede abdominal, especialmente as inguinais e femorais. Diferente das hérnias convencionais onde o conteúdo visceral está totalmente dentro do saco peritoneal, na hérnia por deslizamento, uma porção da parede de um órgão retroperitoneal forma parte da parede posterior do saco herniário. As vísceras mais comumente envolvidas nesse tipo de hérnia são o cólon (particularmente o sigmoide no lado esquerdo e o ceco no lado direito) e a bexiga urinária. Essa característica anatômica confere um desafio adicional ao cirurgião, pois a dissecção do saco herniário deve ser realizada com extrema cautela para evitar lesões inadvertidas ao órgão que está "deslizando" junto com o peritônio. O reconhecimento pré-operatório, embora difícil, e a identificação intraoperatória da hérnia por deslizamento são fundamentais para um reparo seguro e eficaz. Residentes em cirurgia devem estar familiarizados com essa condição para planejar a abordagem cirúrgica adequada e minimizar o risco de complicações, como perfuração intestinal ou lesão vesical.
Uma hérnia por deslizamento ocorre quando uma porção da parede de um órgão retroperitoneal, como o cólon ou a bexiga, forma parte da parede do saco herniário, em vez de estar completamente contida dentro dele.
As vísceras mais comumente envolvidas em hérnias por deslizamento são o cólon (especialmente o sigmoide à esquerda e o ceco à direita) e a bexiga urinária.
A identificação é crucial para o cirurgião, pois a dissecção do saco herniário deve ser feita com extremo cuidado para evitar lesões inadvertidas à víscera que forma parte de sua parede, tornando o reparo mais complexo.
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