UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2020
O maior risco de desenvolver hérnia incisional após uma cirurgia abdominal é encontrado em pacientes que:
Maior risco de hérnia incisional → Infecção de sítio cirúrgico.
A infecção de sítio cirúrgico é o fator de risco mais significativo para o desenvolvimento de hérnia incisional, pois compromete a integridade da cicatrização da parede abdominal, levando à fraqueza e falha da fáscia.
A hérnia incisional é uma complicação comum após cirurgias abdominais, caracterizada pela protrusão de conteúdo abdominal através de um defeito na parede muscular e fascial no local de uma incisão cirúrgica prévia. Sua ocorrência pode variar de 10% a 15%, mas é significativamente maior em grupos de risco. Entre os diversos fatores de risco, a infecção de sítio cirúrgico (ISC) é considerada o mais importante. A ISC compromete gravemente o processo de cicatrização, levando à degradação do colágeno e à formação de uma cicatriz fascial de menor resistência, predispondo à falha da parede abdominal. Outros fatores incluem obesidade, desnutrição, doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC) com tosse persistente, diabetes mellitus, uso de corticosteroides, idade avançada e técnica cirúrgica inadequada. A prevenção da hérnia incisional envolve a otimização dos fatores de risco pré-operatórios, técnica cirúrgica meticulosa (fechamento adequado da fáscia) e, crucialmente, a prevenção e tratamento eficaz das infecções de sítio cirúrgico. O manejo da hérnia incisional é cirúrgico, frequentemente com o uso de telas para reforço da parede.
O principal fator de risco é a infecção do sítio cirúrgico, pois a inflamação e a degradação tecidual comprometem a cicatrização adequada da fáscia, levando à fraqueza da parede abdominal.
Outros fatores incluem obesidade, desnutrição, DPOC (com tosse crônica), diabetes, uso de corticosteroides, idade avançada, técnica cirúrgica inadequada e cirurgias de emergência.
A infecção causa inflamação local, edema e necrose tecidual, prejudicando a deposição de colágeno e a força tênsil da cicatriz. Isso resulta em uma cicatrização fraca e maior propensão à deiscência e formação de hérnia.
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