Hérnia Epigástrica em Crianças: Quando a Cirurgia é Indicada?

SMS Florianópolis - Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis (SC) — Prova 2023

Enunciado

Danilo, de 1 ano e 2 meses, vem para sua primeira consulta de rotina na unidade, trazido por sua mãe, Cátia. Relata que, de vez em quando, nota uma "bolinha" na barriga do filho, às vezes maior, às vezes menor, sem vermelhidão ou sintomas de incômodo na criança. Ela nega que Danilo tenha passado por procedimento cirúrgico anterior, bem como nega qualquer comorbidade ou outro sintoma. Durante o exame físico, você nota na criança uma fácies atípica, os parâmetros de altura, peso e perímetro cefálico encontram-se dentro da normalidade, os sinais vitais sem alterações e, no exame físico, um aumento de volume na linha média na região supraumbilical a 2 cm abaixo do processo xifoide, que aumentava quando a criança estava em pé, sem sinais flogísticos. À palpação, percebe uma pequena falha na parede abdominal na região, com óstio de cerca de 1 polpa digital, sem alterações no restante do abdome e sem sinais de diástase dos retos abdominais. O restante do exame físico não revelou nenhuma outra alteração. A conduta mais correta nessa situação clínica seria, além de orientar sobre sinais de encarceramento/estrangulamento herniário:

Alternativas

  1. A) Tranquilizar a mãe e acompanhar se o orifício na parede abdominal diminui gradativamente até 2 anos de idade.
  2. B) Acompanhar se o orifício diminui gradativamente até 2 anos de idade e encaminhar Danilo para genética médica e/ou endocrinopediatria.
  3. C) Orientar a mãe que o tratamento é cirúrgico e encaminhar a criança para a cirurgia pediátrica.
  4. D) Encaminhar a criança para a cirurgia pediátrica e também para a genética médica e/ou endocrinologia pediátrica

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