Manejo da Hérnia Diafragmática Congênita e Hipertensão Pulmonar

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um recém-nascido de 38 semanas, com diagnóstico ultrassonográfico pré-natal de hérnia diafragmática congênita à esquerda, nasce de parto cesáreo. Ao nascimento, apresenta esforço respiratório moderado e cianose central, com frequência cardíaca de 140 bpm. O abdome é visivelmente escavado. A equipe de reanimação neonatal realiza a intubação traqueal imediata ainda no primeiro minuto de vida, sem realizar ventilação com pressão positiva por máscara e balão, e introduz uma sonda orogástrica calibrosa. Após a transferência para a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, o paciente é mantido em ventilação mecânica convencional. Na monitorização, observa-se saturação de oxigênio de 89% no membro superior direito (pré-ductal) e 78% no membro inferior (pós-ductal). A radiografia de tórax confirma a presença de alças intestinais no hemitórax esquerdo e desvio do mediastino para a direita. Diante do quadro de hipoxemia persistente com gradiente pré e pós-ductal significativo, a conduta mais adequada para este paciente é:

Alternativas

  1. A) Iniciar óxido nítrico inalatório e manter metas de saturação pré-ductal entre 85% e 95%.
  2. B) Indicar a correção cirúrgica de urgência nas primeiras 6 a 12 horas de vida para descompressão pulmonar.
  3. C) Aumentar os parâmetros ventilatórios para atingir PaCO2 entre 25 e 30 mmHg, visando alcalose respiratória.
  4. D) Encaminhar imediatamente para oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) como terapia de primeira linha.

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