Hérnia Encarcerada: Redução Manual e Manejo na APS

SMS Florianópolis - Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis (SC) — Prova 2020

Enunciado

Pedro, 58 anos, tabagista, sem outras doenças crônicas ou uso de medicamentos contínuos, chega até a unidade de saúde se queixando de que a hérnia abdominal que tem há vários anos ""saiu para fora e não quer voltar"". Relata ainda que nunca teve dor e sempre manteve hábito intestinal regular diário, sem alterações até o presente momento. Já está aguardando uma cirurgia corretiva há cerca de 2 anos. Na avaliação, observa-se que apesar do abaulamento local, não existem sinais flogísticos visíveis, nem dor a palpação, e Pedro apresenta todos os sinais vitais dentro do esperado. Considerando o atendimento na atenção primária e a hipótese de hérnia encarcerada, seria indicado, nesse momento:

Alternativas

  1. A) tranquilizar o paciente, recomendar cessação do tabagismo e aguardar agendamento eletivo
  2. B) recomendar o uso de cintas para prevenir o estrangulamento e o crescimento e aguardar agendamento eletivo
  3. C) tentar reduzir manualmente, depois de analgesia, e encaminhar para cirurgia eletiva com prioridade na sequência
  4. D) realizar analgesia e encaminhar imediatamente para cirurgião geral em caráter de urgência

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