HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2022
A maioria das hepatites virais agudas é assintomática, independentemente do tipo de vírus. Sendo correto o item:
Hepatite viral aguda: maioria assintomática; sintomática → fadiga, náuseas, dor abd, anorexia e icterícia.
Embora a maioria das hepatites virais agudas seja assintomática, quando há manifestação clínica, os sintomas são inespecíficos na fase prodrômica (fadiga, mal-estar, náuseas, anorexia, dor abdominal) e podem evoluir para a fase ictérica, caracterizada pela icterícia.
As hepatites virais agudas representam um desafio diagnóstico devido à sua natureza predominantemente assintomática. A detecção precoce é crucial para evitar a progressão para formas crônicas ou complicações graves, especialmente em infecções por HBV e HCV. O conhecimento das manifestações clínicas, mesmo que inespecíficas, é vital para a suspeita diagnóstica. Quando sintomáticas, as hepatites virais agudas geralmente se manifestam em duas fases. A fase prodrômica é caracterizada por sintomas gerais como fadiga, mal-estar, náuseas, vômitos, anorexia, dor abdominal e, ocasionalmente, febre. Posteriormente, pode surgir a fase ictérica, marcada pela icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas), colúria (urina escura) e acolia fecal (fezes claras), indicando comprometimento hepático mais avançado. A suspeita de hepatite viral aguda deve ser levantada em pacientes com sintomas inespecíficos e fatores de risco, como exposição a sangue ou fluidos corporais, uso de drogas injetáveis ou contato com pessoas infectadas. O diagnóstico é confirmado por exames sorológicos específicos para cada tipo de vírus (HAV, HBV, HCV, HDV, HEV), e o manejo é principalmente de suporte, com monitoramento da função hepática e identificação de sinais de falência hepática.
Na fase prodrômica, os sintomas mais comuns incluem fadiga, mal-estar, náuseas, anorexia, dor abdominal (especialmente em hipocôndrio direito) e, por vezes, febre baixa.
Não, a icterícia pode estar presente na fase ictérica da doença, mas muitos pacientes sintomáticos podem não desenvolvê-la (fase anictérica), especialmente crianças.
A resposta imune do hospedeiro ao vírus pode ser insuficiente para causar sintomas evidentes, ou a carga viral pode ser baixa, resultando em uma infecção subclínica que só é detectada por exames laboratoriais.
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