FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2024
Dadas as seguintes afirmações, a que descreve CORRETAMENTE a etapa de hemostasia em um procedimento cirúrgico é:
Hemostasia cirúrgica = conjunto de manobras para conter hemorragia durante o procedimento.
A hemostasia é um dos tempos fundamentais de qualquer procedimento cirúrgico, visando controlar o sangramento para garantir um campo operatório limpo, reduzir a perda sanguínea do paciente e prevenir complicações pós-operatórias. Envolve diversas técnicas, como compressão, ligadura de vasos, eletrocauterização e uso de agentes hemostáticos.
A cirurgia é composta por tempos operatórios bem definidos, e a hemostasia é um dos pilares essenciais. Ela se refere ao conjunto de manobras e técnicas empregadas para conter o sangramento durante um procedimento cirúrgico, visando manter a estabilidade hemodinâmica do paciente e proporcionar um campo operatório claro para o cirurgião. A importância da hemostasia transcende a simples interrupção do fluxo sanguíneo, impactando diretamente a segurança do paciente, o tempo cirúrgico e o prognóstico pós-operatório. Fisiologicamente, a hemostasia natural envolve vasoconstrição, formação do tampão plaquetário e coagulação. Na cirurgia, essas etapas são complementadas por métodos mecânicos, físicos e químicos. As técnicas incluem compressão direta, ligadura de vasos com fios cirúrgicos, eletrocauterização (que utiliza calor para coagular tecidos e vasos), e o uso de agentes hemostáticos tópicos que promovem a coagulação. A escolha da técnica depende do tipo e calibre do vaso, da localização e da extensão do sangramento. Um controle hemostático inadequado pode levar a complicações graves como choque hipovolêmico, necessidade de transfusões sanguíneas, formação de hematomas, infecções e atraso na cicatrização. Portanto, o domínio das técnicas de hemostasia é fundamental para qualquer profissional da área cirúrgica, garantindo a eficácia e a segurança do procedimento. A atenção contínua à hemostasia durante todas as fases da cirurgia é um diferencial para um bom resultado.
As principais técnicas incluem hemostasia por compressão (direta ou com pinças), ligadura de vasos sanguíneos, eletrocauterização (monopolar ou bipolar), uso de agentes hemostáticos tópicos (como celulose oxidada ou gelatina), e suturas hemostáticas. A escolha depende do tipo e tamanho do vaso, e da localização anatômica.
A hemostasia é fundamental porque o controle eficaz do sangramento é crucial para a segurança do paciente, prevenindo choque hipovolêmico e a necessidade de transfusões. Além disso, um campo cirúrgico limpo facilita a visualização das estruturas anatômicas, reduzindo o risco de lesões iatrogênicas e melhorando a precisão do procedimento.
A hemostasia temporária visa controlar o sangramento de forma provisória, como a compressão digital ou o uso de pinças hemostáticas, enquanto se prepara para uma solução mais permanente. A hemostasia definitiva é o controle permanente do sangramento, seja por ligadura, cauterização ou sutura, garantindo que o vaso não volte a sangrar após o fechamento da incisão.
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