CMC - Fundação Centro Médico de Campinas (SP) — Prova 2025
Sobre as hemorragias e o manejo hemostático em cirurgia, assinale a alternativa correta:
Agentes hemostáticos tópicos (colágeno, fibrina) → Auxiliam no controle do sangramento cirúrgico, reduzindo transfusões.
Em cirurgias de grande porte ou com sangramento difuso, o uso de agentes hemostáticos tópicos, como o colágeno hemostático, selantes de fibrina ou géis de trombina, é uma ferramenta valiosa para auxiliar na hemostasia, complementar as técnicas cirúrgicas e, consequentemente, diminuir a perda sanguínea e a necessidade de transfusões.
O controle da hemorragia é um dos pilares fundamentais de qualquer procedimento cirúrgico. A hemostasia cirúrgica envolve uma combinação de técnicas mecânicas, térmicas e farmacológicas para minimizar a perda sanguínea e garantir a segurança do paciente. Em cirurgias de grande porte, com campos cirúrgicos complexos ou em pacientes com distúrbios de coagulação, o sangramento pode ser um desafio. Nesses contextos, os agentes hemostáticos tópicos desempenham um papel crucial. Eles atuam complementando o sistema de coagulação natural ou fornecendo uma barreira física para o sangramento, sendo aplicados diretamente no local da hemorragia. Exemplos incluem colágeno hemostático, celulose oxidada regenerada, selantes de fibrina e géis de trombina. O uso estratégico desses agentes pode reduzir significativamente a perda sanguínea intraoperatória, diminuir a necessidade de transfusões sanguíneas e melhorar os resultados pós-operatórios, sendo uma ferramenta indispensável no arsenal do cirurgião.
Os principais tipos incluem colágeno hemostático, celulose oxidada regenerada, géis de trombina, selantes de fibrina e esponjas de gelatina. Cada um atua por diferentes mecanismos para promover a coagulação.
São úteis em sangramentos difusos, em superfícies de órgãos parenquimatosos (fígado, baço), em cirurgias de grande porte, em pacientes com coagulopatias ou quando as técnicas cirúrgicas convencionais são insuficientes ou impraticáveis.
Sim, ao auxiliar no controle eficaz do sangramento intraoperatório, esses agentes podem reduzir significativamente a perda sanguínea e, consequentemente, a necessidade de transfusões de hemocomponentes, melhorando os desfechos do paciente.
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