Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2025
Uma mulher de 45 anos chega ao pronto-socorro com queixa de cefaleia intensa iniciada há 3 horas. Ela descreve a dor como "a pior dor de cabeça da sua vida," com início súbito e intensidade máxima em poucos minutos. Ela nega trauma craniano recente, mas apresenta histórico de enxaqueca. No entanto, esta dor é diferente das suas crises habituais. No exame neurológico, não há déficits focais, e os sinais vitais estão normais. A paciente está alerta e orientada. De acordo com as diretrizes do ACEP para o manejo de cefaleias não traumáticas agudas, qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação desta paciente?
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