Hemorragia Pós-Parto: Fatores de Risco e Atonia Uterina

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2016

Enunciado

RFT, 30 anos, 3G2Pn, 37 5/7 semanas, sem comorbidades, é admitida em trabalho de parto. Evoluiu com parto normal com laceração de segundo grau, rafiada sob anestesia local, dando à luz à RN masculino, peso 4010 g, APGAR 9/10. Dequitação espontânea de placenta íntegra. Durante a monitorização da primeira hora de pós-parto, evolui com sangramento genital aumentado, com útero amolecido e doloroso, mesmo após realização de massagem uterina e ocitocina intravenosa. Em relação à este quadro clínico:

Alternativas

  1. A) O uso de balão de Bakri não seria efetivo neste caso devido ao sangramento intensoapresentado pela paciente.
  2. B) Pode-se fazer uso de misoprostol 800 mcg via vaginal para tentativa de controle desangramento.
  3. C) A paciente apresenta pelo menos um fator de risco para a ocorrência desse tipo decomplicação.
  4. D) Pode-se fazer uso de metilergonovina via retal, pois a paciente não apresentacontraindicações ao uso da medicação.
  5. E) A paciente não apresenta fatores de risco para essa complicação, sendo esta imprevisível neste caso.

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