Metas Pressóricas na Hemorragia Intraparenquimatosa Aguda

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2025

Enunciado

Um paciente de 58 anos, previamente hipertenso, diabético e com histórico de tabagismo, é admitido no Pronto Atendimento pela neurocirurgia confusão mental, rebaixamento do nível de consciência, vômitos, e déficit motor à esquerda. O exame neurológico revela hemiparesia esquerda, e a pressão arterial é de 200/110 mmHg. A equipe solicita uma tomografia de crânio sem contraste para avaliação inicial.\\n\\n\\nFonte: Galván, O. & Contreras, J.M. & Serrano, A. & Gómez, A. & Casado, J.M. & Martí, P.. (2017). Neurología. 34. 10.1016/j.nrl.2016.12.002.\\n\\nConsiderando o diagnóstico de hemorragia intraparenquimatosa, qual deve ser a meta pressórica inicial para o controle da pressão arterial, segundo a diretriz mais atualizada da American Stroke Association?

Alternativas

  1. A) Manter a PA sistólica abaixo entre 180 - 160 mmHg, sem reduções rápidas.
  2. B) Alcançar uma PA sistólica de 120 mmHg nas primeiras 6 horas.
  3. C) Reduzir a PA Sistólica com alvo em 140 mmHg.
  4. D) Manter a PA sistólica entre 120-140 mmHg nas primeiras 24 horas.
  5. E) Reduzir a PA para valores normais (<120/80 mmHg) de forma rápida e agressiva.

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