HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2023
A Hemorragia Digestiva Alta (HDA) é definida como sangramento do trato gastrointestinal que ocorre acima do ligamento de Treitz – que se localiza entre o Duodeno e o Jejuno. Acerca da HDA, é CORRETO afirmar:
HDA: anamnese detalhada (dispepsia, AINEs/AAS) é crucial para etiologia, especialmente úlcera péptica.
A anamnese é uma ferramenta diagnóstica poderosa na HDA. Perguntar sobre dispepsia, uso de AINEs ou AAS pode direcionar a investigação para úlcera péptica, que é uma das principais causas de HDA. A endoscopia deve ser feita precocemente, idealmente em 12-24h, após estabilização hemodinâmica.
A Hemorragia Digestiva Alta (HDA) é uma emergência médica comum, com alta morbimortalidade, que exige reconhecimento rápido e manejo adequado. É definida como sangramento do trato gastrointestinal superior ao ligamento de Treitz. A compreensão de suas causas, apresentação clínica e abordagem inicial é fundamental para qualquer médico, especialmente em ambiente de emergência. As principais causas de HDA incluem úlcera péptica (gástrica ou duodenal), varizes esofágicas ou gástricas, esofagite, gastrite erosiva e síndrome de Mallory-Weiss. A apresentação clínica varia de melena a hematêmese, dependendo da intensidade e localização do sangramento. A investigação etiológica começa com uma anamnese detalhada, buscando fatores de risco como uso de AINEs, AAS, história de dispepsia, etilismo e doenças hepáticas. O manejo inicial da HDA foca na estabilização hemodinâmica do paciente, com acesso venoso, reposição volêmica e, se necessário, transfusão sanguínea. Após a estabilização, a endoscopia digestiva alta deve ser realizada precocemente (idealmente em 12-24 horas) para identificar a fonte do sangramento, realizar hemostasia e determinar o prognóstico.
HDA é definida como qualquer sangramento do trato gastrointestinal que ocorre proximalmente ao ligamento de Treitz, que marca a transição entre o duodeno e o jejuno.
As causas mais comuns de HDA incluem úlcera péptica (gástrica ou duodenal), varizes esofágicas ou gástricas, esofagite, gastrite erosiva e síndrome de Mallory-Weiss.
A anamnese é crucial para identificar fatores de risco e sintomas associados, como história de dispepsia, uso de AINEs ou AAS, etilismo, doenças hepáticas prévias, que podem direcionar a suspeita etiológica e guiar a conduta.
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