Hemorragia Digestiva Alta Grave: Manejo e Cirurgia de Emergência

HE Cachoeiro - Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (ES) — Prova 2018

Enunciado

Paciente sexo masculino, previamente hígido, 32 anos inicia quadro súbito de volumosa hematêmese, procurando atendimento em hospital de interior onde é inicialmente internado. Recebe além de cristalóides, omeprazol e sintomáticos, 2 concentrados de hemácias ainda no PS e segue em observação até realizar endocospia (EDA) no final da tarde. Durante a observação não apresenta novos episódios hematêmese. No final da tarde hemoglobina (Hb) 6g/dl e realiza EDA que não evidencia sangramento ativo. Permanece internado, apresentando melena volumosa e queda seriada de Hb, recebendo um total de mais de 10 unidades de concentrados de hemácias, quando então é transferido ao HECI após cerca de 72 horas do início do quadro. Na admissão ao HECI palidez cutânea intensa, torporoso, pele fria, RCR 2t FC 145bpm, 90x60mmHg. Realizada passagem de sonda nasogástrica com drenagem de enorme quantidade de sangue vivo. Esse mesmo paciente após a adoção das medidas que o emergencista julgou apropriada na questão anterior, ao ser realizada a EDA o endoscopista refere notar sangramento de aspecto arterial proveniente do duodeno distal, sem identificação exata do ponto do sangramento. Assim, além das medidas de suporte apropriadas, qual dessas abaixo é a intervenção seqüencial mais adequada?

Alternativas

  1. A) Passagem imediata de balão de Sangstein-Blackmore.
  2. B) Esclerose com adrenalina nas proximidades do possível local do sangramento.
  3. C) Realizar colonoscopia imediatamente.
  4. D) Realizar cintilografia imediatamente para identificar local do sangramento.
  5. E) Realizar cirurgia de emergência para exploração do duodeno, identificação local sangrante e controle cirúrgico do sangramento.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo