UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2024
A hemorragia digestiva alta em pacientes hospitalizados é mais frequentemente causada por:
HDA em pacientes hospitalizados → úlcera péptica (estresse) é a causa mais comum, especialmente em pacientes críticos.
Em pacientes hospitalizados, especialmente aqueles em unidades de terapia intensiva ou com múltiplos fatores de risco (ventilação mecânica, coagulopatia, sepse), a úlcera péptica e a gastrite de estresse são as causas mais frequentes de hemorragia digestiva alta. A profilaxia é crucial para esses pacientes.
A hemorragia digestiva alta (HDA) é uma complicação grave em pacientes hospitalizados, especialmente naqueles em unidades de terapia intensiva (UTI). A etiologia mais frequente neste grupo é a úlcera péptica de estresse, que engloba tanto úlceras quanto gastrite de estresse. Essas lesões da mucosa gastrointestinal são resultado de um desequilíbrio entre fatores protetores e agressores, exacerbado por condições de estresse fisiológico grave. A fisiopatologia envolve a redução do fluxo sanguíneo da mucosa, isquemia, reperfusão, aumento da produção de ácido gástrico e diminuição da defesa da mucosa. Fatores de risco incluem ventilação mecânica por mais de 48 horas, coagulopatia, sepse, choque, trauma grave, queimaduras extensas, lesão cerebral ou medular, e uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) ou corticosteroides. O diagnóstico é feito por endoscopia digestiva alta. O manejo inclui a estabilização hemodinâmica do paciente e o tratamento da causa do sangramento. A profilaxia da úlcera de estresse é fundamental em pacientes de alto risco, geralmente com o uso de inibidores da bomba de prótons (IBP) ou antagonistas dos receptores H2. O reconhecimento precoce e a prevenção são cruciais para reduzir a morbidade e mortalidade associadas à HDA em pacientes hospitalizados.
A causa mais comum é a úlcera péptica de estresse, que inclui úlceras gástricas e duodenais, e gastrite de estresse. Essas lesões são precipitadas por condições de estresse fisiológico grave.
Os principais fatores de risco incluem ventilação mecânica por mais de 48 horas, coagulopatia, sepse, choque, trauma grave, queimaduras extensas, lesão cerebral ou medular e uso de múltiplos medicamentos ulcerogênicos.
A profilaxia é realizada com inibidores da bomba de prótons (IBP) ou antagonistas dos receptores H2. É indicada para pacientes com fatores de risco significativos para HDA, como ventilação mecânica ou coagulopatia.
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