Hemocromatose: Diagnóstico e Diabetes Mellitus Secundário

IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2016

Enunciado

Um senhor de 40 anos vai ao atendimento médico por redução na libido e potência sexual. Nega etilismo. Apresenta história familiar positiva para diabetes mellitus. Ao exame físico: peso = 72 kg; altura = 1,75 m; circunferência da cintura = 88 cm; pressão arterial = 120 x 80 mmHg. Exames laboratoriais (sangue): TSH = 1,0 mU/L (normal: 0,4-4,0); T4 livre = 1,1 ng/dL (normal: 0,8-1,8); glicose = 130 mg/dL; hemoglobina glicada = 7,5%; colesterol = 200 mg/dL; triglicerídeos = 150 mg/dL; colesterol-HDL = 45 mg/dL; aspartato aminotransferase = 60 UI/L (normal: 12-38); alanina aminotransferase = 80 UI/L (normal: 7-41); ferritina: 1.100 microgramas/litro (normal: 24 a 155); sorologias para hepatite B e C negativas. Assinale o diagnóstico mais provável:

Alternativas

  1. A) Hemocromatose com glicemia de jejum alterada (pré-diabetes).
  2. B) Hemocromatose com diabetes mellitus secundário. 
  3. C) Esteatose hepática não alcoólica, glicemia de jejum alterada (pré-diabetes). 
  4. D) Esteatose hepática não alcoólica com diabetes mellitus tipo 2

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