HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2015
Todos os hematomas retroperitoneais devem ser explorados, EXCETO:
Hematomas retroperitoneais pélvicos (Zona III) geralmente não são explorados cirurgicamente devido ao risco de sangramento incontrolável.
A decisão de explorar cirurgicamente um hematoma retroperitoneal depende de sua localização e da estabilidade hemodinâmica do paciente. Hematomas na pelve (Zona III) são frequentemente contidos pelo peritônio e pela fáscia, e a exploração pode desestabilizar o tamponamento, levando a sangramento maciço e incontrolável.
Os hematomas retroperitoneais são coleções de sangue no espaço retroperitoneal, frequentemente associados a traumas abdominais ou pélvicos. A decisão de explorar cirurgicamente um hematoma retroperitoneal é complexa e depende de vários fatores, incluindo a localização do hematoma, a estabilidade hemodinâmica do paciente e a presença de lesões associadas. O retroperitônio é classicamente dividido em zonas para guiar essa decisão. Hematomas nas Zonas I (central, periaórtica/pericava) e II (lateral, perirrenal) geralmente indicam lesão de grandes vasos ou órgãos parenquimatosos e, se expansivos ou em pacientes instáveis, requerem exploração cirúrgica. No entanto, hematomas na Zona III (pélvica) são uma exceção crucial. Estes são frequentemente associados a fraturas pélvicas e são contidos pelo tamponamento das estruturas ósseas e fasciais. A exploração cirúrgica de hematomas pélvicos pode desestabilizar esse tamponamento, levando a sangramento maciço e incontrolável, com alta morbidade e mortalidade. Portanto, a conduta inicial para hematomas pélvicos é geralmente não operatória, com estabilização hemodinâmica, embolização angiográfica ou fixação externa da pelve, se necessário.
O retroperitônio é dividido em três zonas: Zona I (central, periaórtica/pericava), Zona II (lateral, perirrenal) e Zona III (pélvica). A localização do hematoma influencia a decisão de exploração cirúrgica.
Hematomas pélvicos (Zona III) são frequentemente contidos por estruturas ósseas e fasciais. A exploração cirúrgica pode remover esse tamponamento, resultando em sangramento maciço e de difícil controle, com alta morbidade.
A exploração é geralmente indicada para hematomas em Zona I e II, especialmente se expansivos, pulsáteis ou em pacientes hemodinamicamente instáveis, para identificar e controlar a fonte do sangramento.
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