SES-DF - Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal — Prova 2015
Para definir o esquema terapêutico mais adequado a cada paciente portador de hanseníase, a Organização Mundial de Saúde utiliza uma classificação que se baseia no número de lesões cutâneas. Com referência a essa classificação, julgue o item subsequente. Os indivíduos que possuem de uma a cinco lesões são paucibacilares, os que têm seis ou mais lesões são multibacilares. Para o tratamento dos paucibacilares, são utilizadas a poliquimioterapia com previsão de alta por cura após seis doses mensais supervisionadas de rifampicina e dapsona e doses diárias de dapsona autoadministradas em até nove meses.
Hanseníase paucibacilar (1-5 lesões): Rifampicina + Dapsona por 6 doses mensais supervisionadas.
A classificação da OMS para hanseníase divide os pacientes em paucibacilares (1 a 5 lesões) e multibacilares (6 ou mais lesões). Para paucibacilares, o tratamento é com poliquimioterapia (PQT) de rifampicina e dapsona por 6 doses mensais supervisionadas, com alta por cura após esse período.
A hanseníase, causada pelo Mycobacterium leprae, é uma doença infecciosa crônica que afeta principalmente a pele, nervos periféricos, trato respiratório superior, olhos e testículos. A classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é fundamental para guiar o tratamento e se baseia no número de lesões cutâneas: paucibacilares (PB) para 1 a 5 lesões e multibacilares (MB) para 6 ou mais lesões. A compreensão dessa classificação é vital para todos os profissionais de saúde, especialmente residentes. O diagnóstico da hanseníase é essencialmente clínico, baseado na presença de lesões cutâneas com alteração de sensibilidade, espessamento de nervos periféricos e baciloscopia positiva em alguns casos. A fisiopatologia envolve a interação do bacilo com o sistema imune do hospedeiro, determinando as diferentes formas clínicas da doença. A detecção precoce e o tratamento adequado são cruciais para prevenir incapacidades e interromper a cadeia de transmissão. O tratamento da hanseníase é feito por meio da poliquimioterapia (PQT), que utiliza uma combinação de medicamentos para evitar a resistência e garantir a cura. Para os casos paucibacilares, o esquema consiste em seis doses mensais supervisionadas de rifampicina (600 mg) e dapsona (100 mg), além de doses diárias de dapsona (100 mg) autoadministradas, totalizando um período de tratamento de seis meses. A alta por cura é concedida após a conclusão das seis doses. É importante ressaltar que o tratamento é gratuito e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).
A OMS classifica a hanseníase com base no número de lesões cutâneas para fins de tratamento. Indivíduos com uma a cinco lesões são considerados paucibacilares (PB), enquanto aqueles com seis ou mais lesões são classificados como multibacilares (MB). Essa classificação é crucial para definir o esquema terapêutico.
Para a hanseníase paucibacilar, o esquema de poliquimioterapia (PQT) recomendado pela OMS consiste em rifampicina (600 mg) e dapsona (100 mg) administradas mensalmente sob supervisão, por um total de seis doses. Além disso, a dapsona (100 mg) é autoadministrada diariamente. O tratamento dura seis meses e a alta por cura é dada após a conclusão das seis doses.
A principal diferença está na duração e nos medicamentos. Para hanseníase paucibacilar, são 6 doses mensais de rifampicina e dapsona. Para hanseníase multibacilar, o esquema é mais longo, com 12 doses mensais de rifampicina, dapsona e clofazimina, também com alta por cura após a conclusão das doses.
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