INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2022
O prìncìpal fator de risco associado à gravìdez ectópica é:
Doença Inflamatória Pélvica (DIP) = principal fator de risco para gravidez ectópica devido a danos tubários.
A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é o principal fator de risco para gravidez ectópica, pois as infecções (especialmente por Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae) causam danos e aderências nas tubas uterinas, dificultando a passagem do óvulo fertilizado para o útero e favorecendo sua implantação ectópica.
A gravidez ectópica, a implantação do óvulo fertilizado fora da cavidade uterina, é uma condição grave que pode levar a hemorragia interna e é uma das principais causas de morbimortalidade materna no primeiro trimestre. A identificação dos fatores de risco é fundamental para o diagnóstico precoce e manejo adequado, que pode ser clínico ou cirúrgico. O principal fator de risco associado à gravidez ectópica é a Doença Inflamatória Pélvica (DIP). A DIP, frequentemente causada por infecções sexualmente transmissíveis como Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae, provoca inflamação e danos às tubas uterinas (salpingite). Esses danos podem incluir aderências, obstruções parciais e alterações na motilidade ciliar, impedindo o transporte adequado do zigoto para o útero e favorecendo sua implantação tubária. Outros fatores de risco importantes incluem cirurgia tubária prévia (ligadura tubária, cirurgia para infertilidade), história de gravidez ectópica anterior, uso de dispositivo intrauterino (DIU) – embora o DIU reduza a chance de gravidez em geral, se a gravidez ocorrer, a chance de ser ectópica é maior –, tabagismo e técnicas de reprodução assistida. A prevenção da DIP e o rastreamento de ISTs são medidas importantes para reduzir a incidência de gravidez ectópica e suas complicações.
A principal causa é a Doença Inflamatória Pélvica (DIP), que danifica as tubas uterinas, impedindo a migração normal do óvulo fertilizado e levando à sua implantação fora da cavidade uterina.
Outros fatores incluem cirurgia tubária prévia, história de gravidez ectópica anterior, uso de DIU (aumenta o risco relativo se a gravidez ocorrer), tabagismo, técnicas de reprodução assistida e endometriose.
A DIP causa inflamação e cicatrizes nas tubas uterinas (salpingite), alterando sua anatomia e fisiologia, o que dificulta o transporte do zigoto para o útero, levando à sua implantação ectópica, mais comumente na própria tuba.
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