GMFCS na Paralisia Cerebral e Comorbidades Epilépticas

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um menino de 7 anos de idade, com diagnóstico de paralisia cerebral do tipo diplegia espástica decorrente de leucomalácia periventricular por prematuridade extrema, é levado à consulta de acompanhamento. A mãe relata que a criança consegue caminhar de forma independente em ambientes internos e na escola, mas apresenta desequilíbrio em terrenos gramados ou superfícies irregulares. Ao subir as escadas do prédio onde mora, ele sempre necessita utilizar o corrimão para manter a segurança. Em passeios mais longos ao shopping, a família opta por utilizar um carrinho ou andador, pois a criança cansa rapidamente e teme quedas em locais com muitas pessoas. Além disso, a professora enviou um relatório descrevendo que o aluno apresenta episódios frequentes de 'desligamento' durante as aulas, que duram poucos segundos, nos quais ele interrompe a fala ou a atividade e não responde a estímulos, retornando ao normal logo em seguida, sem demonstrar cansaço. Com base na classificação do Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS) e no quadro clínico descrito, assinale a alternativa que apresenta a classificação correta e a comorbidade mais provável:

Alternativas

  1. A) GMFCS Nível II e Crise de Ausência.
  2. B) GMFCS Nível I e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
  3. C) GMFCS Nível II e Distúrbio do Processamento Auditivo Central.
  4. D) GMFCS Nível III e Crise Focal com comprometimento da consciência.

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