Glomerulonefrite Pós-Infecciosa: Diagnóstico e Manejo

HPEV - Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP) — Prova 2021

Enunciado

Menino, 6 anos de idade, no pronto atendimento há 12 horas com dispneia, sem febre, tosse ou qualquer outra queixa respiratória. Mãe refere urina escura há 3 dias. Ao exame: REG, ativo, afebril, corado. Pulmões: frequência respiratória = 40 incursões/minuto, com murmúrio vesicular bilateral, com raros estertores; saturação de oxigênio = 92% em ar ambiente. Ausculta cardíaca normal, com pressão arterial = 12 x 8 (maior que percentil 95). Extremidades com lesões cicatriciais em pele e edema 2+/4+. Exames complementares: hemoglobina = 10,5 g/dl (VR = 11–13,5 mg/dl); hematócrito = 27% (VR = 35 a 45%). Radiografia de tórax: presença de infiltrado intersticial difuso, derrame cisural e área cardíaca discretamente aumentada. Sedimento urinário (Urina 1): 150.000 hemácias (VR inferior a 15.000), leucócitos = 3.000 (VR inferior a 10.000), proteína negativa. Diante do caso, a hipótese diagnóstica e a conduta são, respectivamente:

Alternativas

  1. A) Glomerulonefrite pós-infecciosa e pneumonia; internação, oxigênio, diuréticos e antibiótico endovenoso.
  2. B) Glomerulonefrite pós-infecciosa e edema pulmonar; internação, oxigênio, restrição hídrica e diurético.
  3. C) Síndrome hemolítica urêmica; internação, antibiótico endovenoso, oxigenioterapia.
  4. D) Síndrome hemolítica urêmica; internação, diuréticos, oxigênio e diálise, se houver piora da função renal.

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