Glomerulonefrite Pós-Estreptocócica: Diagnóstico e Manejo Pediátrico

INCA - Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (RJ) — Prova 2017

Enunciado

Menina de 7 anos vem à consulta no posto com relato de infecção de urina. Mãe refere que foi ao pronto-socorro com a menor pois estava urinando pouco e com a urina com “cor forte”. Foi prescrito amoxicilina, que já estava tomando há 7 dias e estava vindo ao posto para controle da infecção. Queixava que a urina ainda estava “forte” e informava não ter tido febre, disúria e nem polaciúria. Ao exame apresenta várias cicatrizes de provável prurigo estrófulo em membros inferiores e edema em região periorbital. A conduta adequada é:

Alternativas

  1. A) Solicitar exame de urina para controle de infecção urinária (elementos anormais e sedimentos e urinocultura) e avaliar a realização de exame de imagem.
  2. B) Avaliar a pressão arterial devido a provável hipótese de glomerulonefrite pós-estreptocócica, dependendo de evidências ou não de sobrecarga cardiovascular considerar internação para controle clínico e investigação diagnóstica.
  3. C) Solicitar ultrassonografia de vias urinárias e iniciar quimioprofilaxia após o termino da amoxicilina para prevenir novos episódios de infecção urinária.
  4. D) Suspender o antibiótico e iniciar corticoide.

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