Glomerulonefrite Aguda Pós-Estreptocócica: Diagnóstico e Conduta
Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2026
Enunciado
Homem, 23 anos, previamente hígido, refere faringoamigdalite há 3 semanas, sem antibiótico. Procura o serviço por edema palpebral matinal, urina escura e redução do volume urinário há 2 dias.
Exame físico: PA 160/95 mmHg, FC 94 bpm, edema +/4+, sem dor lombar.
Laboratório: ureia 60 mg/dL, creatinina 1,6 mg/dL (basal desconhecido), EAS: hematúria com hemácias dismórficas e cilindros hemáticos, proteinúria 1,2 g/24h; C3 reduzido, C4 normal; ASO 800 UI.
Qual a melhor combinação de diagnóstico e conduta inicial?
Alternativas
A) Nefropatia por IgA (doença de Berger); iniciar corticoide oral por 6–8 semanas.
B) Nefrite lúpica proliferativa; iniciar pulsoterapia com metilprednisolona seguida de ciclofosfamida.
C) Doença por anti-MB (Goodpasture); iniciar plasmaférese associada a corticoide e ciclofosfamida.
D) Glomerulonefrite aguda pós-estreptocócica; restrição de sal e água, controle pressórico e penicilina benzatina para erradicação do estreptococo.
E) Glomerulonefrite rapidamente progressiva pauci-imune (ANCA+); iniciar rituximabe e corticoide em altas doses.
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