Universidade do Estado do Pará - Santarém — Prova 2018
Isabel é uma médica recém-formada que começou a trabalhar em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Aderiu ao mesmo modelo de agenda utilizada pelo médico anterior, em que 15 pacientes eram atendidos por turno, com consultas marcadas pelo Agente Comunitário de Saúde ou pelo próprio paciente. Apesar desta forma adotada de agendamento, muitos pacientes reclamavam que “estava muito difícil conseguir consulta”, com tempo de espera de até 6 meses, preferindo procurar serviços de emergência como UPA e Pronto-Socorro. Além disso, Isabel estava tendo dificuldade de marcar retorno precoce para alguns casos com doenças crônicas, recebendo frequentemente cartas de contra-referência hospitalar de pacientes internados por diabetes descompensada, pneumonia comunitária, tuberculose e outros. Isabel gostava de estudar saúde pública na faculdade e lembrou que na atenção primária tinham alguns princípios que não estavam sendo contemplados na sua estratégia. Em virtude dos problemas identificados na situação hipotética acima, Isabel fez uma reunião de equipe para buscar soluções. Na ocasião, foram discutidas a cobertura da comunidade, número de famílias atendidas, fluxo de pacientes, frequentação e a pressão assistencial na UBS. Também foi marcado um encontro com a comunidade para avaliar as queixas, a dificuldade de acesso e ouvir sugestões para mudança no atendimento. As ferramentas da APS utilizadas por Isabel são:
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