Eclâmpsia e HELLP: Manejo da Crise e Conduta

AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul — Prova 2016

Enunciado

Gestante de 23 anos é trazida pelos bombeiros à sala de admissão da Maternidade após ter apresentado uma convulsão em casa, segundo relato de uma amiga que presenciou o fato e acompanhava a paciente ao hospital. Ela se apresentava obnubilada e incapaz de responder às perguntas. A sua história médica é desconhecida e a amiga descreve o episódio de uma convulsão generalizada, acompanhada de perda da consciência, de início súbito, com duração inferior a um minuto e acredita que a gestante está no 7° mês. Ao exame: T= 36,7°C, FC= 80 bpm, FR= 17, PA= 180/110 mmHg. Altura uterina= 33 cm, BCF= 120 bpm, Dinâmica uterina= ausente. Toque= colo grosso, posterior, 1 cm. Exames laboratoriais: Hemograma: leucócitos= 16.000, bastões 2%, hematócrito= 36%, hemoglobina= 11,2; ácido úrico= 6,1; plaquetas= 50.000, TGO= 180, TGP= 85, DHL= 990. Relação proteinúria/creatinúria= 0,6. Qual a conduta correta nessa situação?

Alternativas

  1. A) Sulfato de magnésio, controle da pressão arterial, antibioticoterapia e corticoide.
  2. B) Controle da pressão arterial, sulfato de magnésio, corticoide e interrupção da gestação.
  3. C) Controle da pressão arterial, sulfato de magnésio, observação e corticoide.
  4. D) Controle da pressão arterial, sulfato de magnésio, corticoide e repouso absoluto.
  5. E) Sulfato de magnésio, controle da pressão arterial, antibiótico, corticoide e cesárea com anestesia geral.

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