INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2025
Primigesta de 29 anos, com 41 semanas de gestação e pré-natal de risco habitual, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de rotina. Ela está preocupada com a duração da gravidez e deseja saber quais serão os próximos passos. A paciente está assintomática, relata movimentação fetal presente, e o exame físico está normal para a idade gestacional. Perfil biofísico fetal realizado há 1 dia encontra-se dentro da normalidade. Considerando o quadro clínico apresentado e a idade gestacional, a conduta é
Gestação 41 semanas + bem-estar fetal preservado → Monitoramento fetal (PBF/CTG) a cada 2-3 dias + indução até 41s6d.
Em gestações de 41 semanas com bem-estar fetal preservado, a conduta é monitorar o feto com perfil biofísico e cardiotocografia a cada 2-3 dias, planejando a indução do parto até 41 semanas e 6 dias para reduzir riscos.
A gestação prolongada, ou pós-termo, é definida como aquela que ultrapassa 41 semanas de idade gestacional. Após 41 semanas, há um aumento progressivo do risco de complicações maternas e fetais, incluindo insuficiência placentária, oligodramnia, macrossomia, sofrimento fetal e óbito fetal. Por isso, o manejo adequado é crucial para garantir a segurança da mãe e do bebê. Em gestantes com 41 semanas e bem-estar fetal preservado, a conduta recomendada envolve o monitoramento rigoroso do bem-estar fetal, geralmente com perfil biofísico fetal (PBF) e cardiotocografia (CTG) a cada 2 a 3 dias. O objetivo é identificar precocemente qualquer sinal de comprometimento fetal. Além do monitoramento, o planejamento da indução do parto é fundamental, sendo a recomendação atual que a indução ocorra até 41 semanas e 6 dias, a fim de evitar os riscos associados à prolongação excessiva da gestação.
Gestação prolongada é aquela que ultrapassa 41 semanas de idade gestacional, aumentando os riscos para a mãe e o feto.
Os riscos incluem insuficiência placentária, oligodramnia, macrossomia, sofrimento fetal, aspiração de mecônio e aumento do risco de óbito fetal.
Monitoramento do bem-estar fetal com perfil biofísico e cardiotocografia a cada 2-3 dias, com planejamento da indução do parto até 41 semanas e 6 dias.
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