Gestação Monocoriônica Monoamniótica: Parto e Riscos

SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2022

Enunciado

Gestante com 40 anos, primípara, na 36ª semana de gestação, a qual começou o pré-natal no 1° trimestre que revelou tratar-se de uma gestação gemelar e mostrava placenta única e ausência de membrana divisória entre os fetos. Foi orientada a marcar o pré-natal de alto risco, porém não conseguiu agendar. Realizou mais duas consultas na unidade básica de saúde (UBS) com exames pré-natais todos normais. Chega à maternidade referindo dores em baixo ventre e perda de muco pela vagina. Ao toque vaginal, o colo uterino dilatado de 5cm, apagamento 90%, feto cefálico, fixo em OEA e, durante o exame, a bolsa rompeu com líquido claro e grumos. Dinâmica uterina: 3 contrações/10 minutos/40 segundos. Batimentos cardiofetais de F1 em QIE 144bpm e de F2 ao nível da cicatriz umbilical à direita 152bpm.Sobre esse quadro, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas

  1. A) Trata-se de uma gestação monocoriônica monoamniótica em trabalho de parto prematuro, sendo necessária uma cesariana.
  2. B) Trata-se de uma gestação monocoriônica monoamniótica em trabalho de parto prematuro e rotura prematura das membranas, sendo necessária uma cesariana.
  3. C) Trata-se de uma gestação monocoriônica monoamniótica em trabalho de parto prematuro, devendo ser aguardado o trabalho de parto vaginal.
  4. D) Trata-se de uma gestação monocoriônica diamniótica em trabalho de parto prematuro e rotura prematura das membranas, sendo necessária uma cesariana.
  5. E) Trata-se de uma gestação monocoriônica diamniótica em trabalho de parto prematuro, devendo ser aguardado o trabalho de parto vaginal.

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