IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2024
Em uma gestação gemelar de 30 semanas, o ultrassonografista encontra o sinal do T invertido durante a avaliação da placenta. Isso significa que a gestação é:
Sinal do T invertido na USG gemelar = gestação monocoriônica diamniótica.
O sinal do T invertido, visualizado na ultrassonografia de gestações gemelares, indica a ausência de uma cunha de tecido placentário entre as membranas amnióticas, sendo característico de gestações monocoriônicas diamnióticas. Isso implica um risco maior de complicações.
A gestação gemelar é um evento de alta complexidade obstétrica, e a determinação da corionicidade e amnionicidade é um dos pilares do seu manejo. Essa classificação é fundamental para prever riscos e planejar o acompanhamento pré-natal, pois as complicações variam significativamente entre os tipos de gestação gemelar. O ultrassonografista busca sinais específicos para classificar a gestação. O 'sinal do T invertido' é um achado ultrassonográfico crucial que indica uma gestação monocoriônica diamniótica. Nesse cenário, os dois fetos compartilham a mesma placenta (monocoriônica), mas possuem suas próprias bolsas amnióticas (diamniótica). O sinal é caracterizado pela inserção das membranas amnióticas na superfície placentária em um ângulo de 90 graus, formando um 'T' invertido, sem a presença de uma cunha de tecido coriônico entre elas. Gestações monocoriônicas, mesmo que diamnióticas, apresentam riscos aumentados de complicações como a Síndrome de Transfusão Feto-Fetal (STFF), restrição de crescimento intrauterino seletiva e anomalias congênitas. O manejo dessas gestações exige monitoramento mais frequente e especializado, com ultrassonografias seriadas para detecção precoce de intercorrências.
O sinal do T invertido indica que as membranas amnióticas se inserem perpendicularmente na placenta, sem a presença de tecido coriônico entre elas, sendo característico de gestações monocoriônicas diamnióticas.
A determinação da corionicidade e amnionicidade é crucial para avaliar o risco de complicações específicas, como a Síndrome de Transfusão Feto-Fetal (STFF) em gestações monocoriônicas, e para planejar o manejo e o acompanhamento pré-natal.
O sinal do T invertido é visto em gestações monocoriônicas, onde as membranas amnióticas se encontram em um ângulo de 90 graus com a placenta. O sinal lambda, ou twin peak sign, é característico de gestações dicoriônicas, onde há uma projeção triangular de tecido placentário entre as membranas.
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