Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2026
Em caso de gestações gemelares, assinale a alternativa correta:
Incidência monozigótica ≈ 1/250 partos (constante); Dizigótica varia com idade, raça e fertilização.
Gestações monozigóticas ocorrem por divisão aleatória de um único ovo, mantendo incidência estável. Gestações dizigóticas dependem de fatores como hereditariedade e técnicas de reprodução assistida.
A determinação da corionicidade via ultrassonografia no primeiro trimestre (sinal do T vs. sinal do Lambda) é o passo mais crítico no pré-natal gemelar, pois define o risco de complicações. Gestações monocoriônicas possuem riscos significativamente maiores de STFF, restrição de crescimento seletiva e óbito fetal. Enquanto a taxa de gêmeos dizigóticos tem aumentado devido ao uso de tecnologias de reprodução assistida e idade materna avançada, a taxa de monozigóticos permanece biologicamente estável em diferentes populações.
Gêmeos monozigóticos (idênticos) originam-se da divisão de um único óvulo fertilizado por um espermatozoide; sua taxa é constante mundialmente (3,5 a 4 por 1000). Gêmeos dizigóticos (fraternos) resultam da fertilização de dois óvulos por dois espermatozoides, influenciados por idade materna, raça e tratamentos de fertilidade.
A divisão até o 3º dia resulta em dicoriônica/diamniótica. Entre o 4º e 8º dia, monocoriônica/diamniótica. Entre o 8º e 13º dia, monocoriônica/monoamniótica. Após o 13º dia, gêmeos coligados. A maioria das monozigóticas é monocoriônica diamniótica.
É uma complicação exclusiva de gestações monocoriônicas, onde anastomoses vasculares placentárias causam fluxo desequilibrado entre os fetos. Um torna-se o doador (anêmico, oligodrâmnio) e o outro o receptor (policitemia, polidrâmnio, insuficiência cardíaca).
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