Gastrite Autoimune: Diagnóstico e Fisiopatologia

ENARE/ENAMED — Prova 2026

Enunciado

Maria, 52 anos, procurou atendimento com queixa de plenitude pós-prandial, saciedade precoce e náuseas há aproximadamente 6 meses. Relata que, nos últimos 10 anos, teve episódios recorrentes de anemia ferropriva sem sangramento gastrointestinal evidente, necessitando de suplementação oral. Há cerca de 3 anos, foi diagnosticada com hipotireoidismo autoimune, em uso de levotiroxina. Ao exame físico, apresenta-se emagrecida, com palidez cutaneomucosa e dor leve à palpação epigástrica. Exames laboratoriais mostram hemoglobina de 10,5 g/dL com VCM de 102 fL. Uma endoscopia digestiva alta revelou mucosa gástrica do corpo e fundo com pregueado atenuado e vasos submucosos visíveis, sendo realizada biópsia mapeada. Considerando o quadro clínico, as características clínicas ou laboratoriais que mais corroboram o diagnóstico de gastrite atrófica metaplásica autoimune são a presença de

Alternativas

  1. A) hipersecreção de ácido gástrico e infecção ativa por Helicobacter pylori, com atrofia gástrica predominante no antro.
  2. B) hipergastrinemia associada à hipocloridria e antecedente de anemia ferropriva sem sangramento há anos.
  3. C) hipogastrinemia e atrofia glandular concentrada principalmente no antro e na curvatura menor.
  4. D) níveis séricos normais de vitamina B12 e ausência de história de doenças autoimunes concomitantes.
  5. E) histórico de dieta rica em sal e tabagismo, com atrofia gástrica difusa e baixa probabilidade de desenvolver neoplasias gástricas.

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