Claretiano - Centro Universitário de Rio Claro (SP) — Prova 2023
Na realização de uma gastrectomia oncológica a D2, os linfonodos do grupamento número 10 correspondem a:
Gastrectomia D2: Linfonodos do grupamento 10 = Hilo esplênico e artéria esplênica.
Na gastrectomia oncológica com dissecção linfonodal D2, o conhecimento preciso dos grupamentos linfonodais é crucial para um estadiamento e tratamento adequados. O grupamento número 10 refere-se aos linfonodos localizados no hilo esplênico e ao longo da artéria esplênica, sendo sua ressecção parte padrão da linfadenectomia D2 para câncer gástrico.
A gastrectomia com linfadenectomia D2 é o tratamento cirúrgico padrão para o câncer gástrico ressecável em muitos centros, especialmente na Ásia, e tem sido cada vez mais adotada globalmente. A compreensão da anatomia dos grupamentos linfonodais é fundamental para o cirurgião oncológico, pois a extensão da linfadenectomia impacta diretamente o estadiamento patológico e o prognóstico do paciente. Os linfonodos gástricos são classificados em grupamentos numerados, e a dissecção D2 envolve a remoção dos linfonodos perigástricos (grupamentos 1-6) e dos linfonodos ao longo dos vasos principais (grupamentos 7-12). Especificamente, o grupamento número 10 corresponde aos linfonodos do hilo esplênico e ao longo da artéria esplênica. A remoção desses linfonodos é essencial para garantir uma ressecção oncológica completa e um estadiamento preciso da doença. O conhecimento detalhado desses grupamentos é vital para a prática cirúrgica e para a interpretação de relatórios patológicos. A falha em realizar uma linfadenectomia adequada pode levar a um subestadiamento da doença e, consequentemente, a um tratamento adjuvante inadequado, comprometendo os resultados oncológicos. Portanto, residentes de cirurgia devem dominar essa anatomia para garantir a melhor abordagem terapêutica para pacientes com câncer gástrico.
A gastrectomia D2 refere-se a uma cirurgia para câncer gástrico que inclui a ressecção do estômago e uma linfadenectomia estendida, removendo os linfonodos perigástricos (D1) e os linfonodos ao longo dos vasos principais do tronco celíaco (D2), conforme as diretrizes japonesas.
Os linfonodos do grupamento número 10 estão localizados no hilo esplênico e ao longo da artéria esplênica. Sua remoção é parte da linfadenectomia D2 em casos de câncer gástrico, especialmente quando há suspeita de envolvimento da curvatura maior ou fundo gástrico.
A dissecção linfonodal D2 é crucial para o estadiamento preciso da doença e para a remoção de metástases linfonodais, o que pode melhorar a sobrevida dos pacientes com câncer gástrico. Ela garante a remoção de linfonodos que podem estar microscopicamente envolvidos, mesmo que não visíveis macroscopicamente.
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