HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2022
Pacientes com DRGE podem ser submetidos a tratamento cirúrgico. A fundoplicatura videolaparoscópica é a cirurgia de escolha para o tratamento do refluxo, procedimento no qual o fundo gástrico é suturado em torno do esôfago distal elevando a pressão no esfíncter esofagiano inferior. A complicação intra operatória mais comum é:
Fundoplicatura videolaparoscópica → complicação intraoperatória mais comum = pneumotórax (devido à proximidade do diafragma e pressão do pneumoperitônio).
A fundoplicatura videolaparoscópica é a cirurgia padrão para DRGE. A complicação intraoperatória mais comum é o pneumotórax, que ocorre devido à proximidade do campo cirúrgico com o diafragma e o uso de pneumoperitônio, podendo causar lesão pleural e entrada de ar na cavidade torácica. Geralmente é autolimitado ou facilmente manejado.
A fundoplicatura videolaparoscópica, especialmente a de Nissen, é o padrão-ouro para o tratamento cirúrgico da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) que não responde ao tratamento clínico ou que apresenta complicações. O procedimento visa restaurar a função da barreira antirrefluxo, envolvendo o fundo gástrico em torno do esôfago distal para aumentar a pressão no esfíncter esofagiano inferior. Como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos e complicações. As complicações intraoperatórias podem variar em gravidade. O pneumotórax é a complicação mais frequentemente relatada, ocorrendo devido à manipulação próxima ao diafragma e à insuflação de CO2 na cavidade abdominal (pneumoperitônio), que pode levar à lesão da pleura e à entrada de ar na cavidade torácica. Geralmente, é uma complicação menor e facilmente controlada. Outras complicações, embora menos comuns, incluem lesões esofágicas, gástricas, esplênicas ou hepáticas, bem como lesões vasculares ou nervosas. O conhecimento dessas complicações é fundamental para a segurança do paciente e para a preparação dos cirurgiões e residentes, permitindo a identificação precoce e o manejo adequado durante o procedimento. A prevenção e o reconhecimento rápido são chaves para minimizar a morbidade.
A complicação intraoperatória mais comum da fundoplicatura videolaparoscópica é o pneumotórax. Isso ocorre devido à proximidade do campo cirúrgico com o diafragma e à pressão do pneumoperitônio, que pode causar uma lesão inadvertida da pleura.
Na maioria dos casos, o pneumotórax é pequeno e autolimitado, resolvendo-se com a desinsuflação do pneumoperitônio ao final da cirurgia. Em situações mais graves, pode ser necessária a aspiração do ar ou a inserção de um dreno torácico.
Outras complicações incluem disfagia (temporária ou persistente), síndrome de gás-bloat, lesão do nervo vago, perfuração esofágica ou gástrica, sangramento e infecção. Complicações graves são raras, mas devem ser reconhecidas.
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