PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2024
A placenta humana tem quatro funções principais, a saber:
Placenta: órgão vital com funções metabólica, endócrina, de trocas (nutrientes/gases) e imunológica para o feto.
A placenta é um órgão temporário e multifuncional essencial para o desenvolvimento fetal. Suas quatro funções principais garantem a nutrição, oxigenação, eliminação de resíduos, produção hormonal e proteção imunológica do feto, atuando como interface entre a mãe e o bebê.
A placenta humana é um órgão temporário, mas de importância vital, que se desenvolve durante a gravidez para sustentar o feto em crescimento. Sua formação e funcionamento adequados são cruciais para o sucesso da gestação e o desenvolvimento saudável do bebê. Compreender suas múltiplas funções é fundamental para qualquer profissional de saúde que lida com obstetrícia e neonatologia. As quatro funções principais da placenta são: metabólica, endócrina, de trocas e imunológica. A função metabólica envolve a síntese e o armazenamento de nutrientes, como glicogênio, para o feto, além de facilitar o transporte ativo de aminoácidos, glicose e vitaminas. A função endócrina é robusta, com a placenta produzindo hormônios essenciais como a gonadotrofina coriônica humana (hCG), progesterona e estrogênios, que são vitais para a manutenção da gravidez e o desenvolvimento materno-fetal. A função de trocas é talvez a mais conhecida, atuando como interface para a troca de gases (oxigênio e dióxido de carbono), nutrientes e produtos de excreção entre a circulação materna e fetal, sem que haja mistura direta de sangue. Por fim, a função imunológica é crucial, pois a placenta transfere anticorpos maternos (IgG) para o feto, conferindo-lhe imunidade passiva contra diversas infecções, e atua como uma barreira imunológica para proteger o feto de ser reconhecido e atacado como um corpo estranho pelo sistema imune materno.
A placenta atua no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios, sintetizando glicogênio, ácidos graxos e colesterol. Ela também facilita o transporte ativo de nutrientes essenciais da mãe para o feto, garantindo seu crescimento e desenvolvimento adequados.
A placenta é um órgão endócrino vital, produzindo hormônios como o gonadotrofina coriônica humana (hCG), que mantém o corpo lúteo e a gravidez inicial, progesterona, que mantém o endométrio, e estrogênios, importantes para o desenvolvimento fetal e materno.
A placenta desempenha um papel imunológico crucial ao transferir anticorpos maternos (IgG) para o feto, conferindo-lhe imunidade passiva contra patógenos aos quais a mãe já foi exposta. Além disso, atua como uma barreira imunológica, protegendo o feto de ser rejeitado pelo sistema imune materno.
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