CCG - Centro de Cirurgia Geral (MS) — Prova 2015
O crescimento fetal é influenciado pela função da placenta, principalmente:
Placenta → produção de lactogênio placentário humano (hPL) + passagem livre de O2, nutrientes e água = crescimento fetal.
A placenta é um órgão vital que atua como interface entre a mãe e o feto, desempenhando funções endócrinas e de transporte. O lactogênio placentário humano (hPL) é um hormônio crucial para o metabolismo materno e o suprimento de nutrientes ao feto, enquanto a capacidade de permitir a passagem de oxigênio, nutrientes e água é fundamental para o crescimento e desenvolvimento fetal.
A placenta é um órgão temporário, mas multifuncional, que se desenvolve durante a gravidez e é essencial para o crescimento e desenvolvimento fetal. Suas funções primordiais incluem a troca de gases (oxigênio e dióxido de carbono), nutrientes (glicose, aminoácidos, ácidos graxos, vitaminas e minerais) e produtos de excreção entre a mãe e o feto. Além disso, a placenta atua como uma barreira seletiva, protegendo o feto de certas substâncias nocivas, embora não seja impenetrável a todas as drogas e patógenos. Uma das funções mais críticas da placenta é sua atividade endócrina, produzindo uma variedade de hormônios que regulam a gravidez e o metabolismo materno-fetal. O lactogênio placentário humano (hPL), também conhecido como somatomamotropina coriônica, é um hormônio proteico que desempenha um papel fundamental no crescimento fetal. Ele modula o metabolismo materno, aumentando a disponibilidade de glicose e aminoácidos para o feto, promovendo a lipólise e a resistência à insulina na mãe. Em resumo, o crescimento fetal é diretamente influenciado pela capacidade da placenta de fornecer um ambiente nutricional e hormonal adequado. A produção de hPL e a eficiência das trocas de oxigênio, nutrientes e água são os pilares que sustentam o desenvolvimento fetal saudável. Residentes devem compreender a complexidade da fisiologia placentária para identificar e manejar condições que afetam o crescimento fetal, como a restrição de crescimento intrauterino.
O hPL é um hormônio proteico produzido pela placenta que atua no metabolismo materno, aumentando a disponibilidade de glicose e aminoácidos para o feto. Ele promove a lipólise materna e a resistência à insulina, garantindo um suprimento energético constante para o desenvolvimento fetal.
A placenta possui uma estrutura especializada com vilosidades coriônicas que maximizam a área de superfície para trocas. O oxigênio e nutrientes passam por difusão facilitada e transporte ativo através das membranas placentárias, da circulação materna para a fetal.
A placenta produz estrogênios e progesterona em grandes quantidades. A progesterona mantém a gravidez, relaxando o miométrio e prevenindo contrações. Os estrogênios promovem o crescimento uterino e mamário, além de aumentar o fluxo sanguíneo uterino, todos essenciais para o desenvolvimento fetal e materno.
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