HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2019
Quanto à traumatologia facial, o osso mais acometido nas fraturas é:
Osso nasal = osso facial mais fraturado devido à sua proeminência e fragilidade.
O osso nasal é o mais frequentemente acometido em fraturas faciais devido à sua posição proeminente na face e sua estrutura relativamente fina e frágil, tornando-o vulnerável a impactos diretos.
As fraturas faciais representam uma parte significativa dos traumas em serviços de emergência. A compreensão da epidemiologia e dos padrões de fratura é crucial para o diagnóstico e manejo adequados. Entre os ossos da face, o osso nasal é, de longe, o mais frequentemente fraturado. Essa alta incidência se deve a vários fatores. Primeiramente, a posição proeminente do nariz na face o expõe diretamente a impactos. Em segundo lugar, a estrutura óssea do nariz, composta por ossos nasais finos e cartilagens, é relativamente frágil e menos resistente a forças traumáticas em comparação com ossos mais robustos como a mandíbula ou o maxilar. Embora fraturas da mandíbula, maxilar (Le Fort) e zigoma também sejam comuns e clinicamente importantes, a fratura nasal isolada é a mais prevalente. O reconhecimento rápido e o manejo adequado das fraturas nasais são importantes não apenas para a estética, mas também para a função respiratória e para prevenir complicações a longo prazo.
As fraturas nasais são frequentemente causadas por traumas diretos na face, como quedas, agressões físicas, acidentes esportivos e acidentes automobilísticos.
Os sinais e sintomas incluem dor, edema, equimose periorbitária, epistaxe, deformidade nasal, crepitação à palpação e obstrução nasal.
O diagnóstico é primariamente clínico, baseado na história e exame físico. Radiografias simples podem ser úteis, mas tomografia computadorizada é reservada para casos complexos ou suspeita de outras fraturas faciais.
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