HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2020
Foram estudados os efeitos de diversas drogas, como monoterapia, na redução do nível de hemoglobina glicada. Dos abaixo, os dois medicamentos com maior eficiência (redução de 1% a 2%) são:
Metformina e sulfonilureias (ex: gliclazida) são os hipoglicemiantes orais com maior redução de HbA1c (1-2%).
A metformina e as sulfonilureias, como a gliclazida, são conhecidas por sua alta eficácia na redução da hemoglobina glicada (HbA1c), geralmente entre 1% e 2%, sendo pilares no tratamento do diabetes mellitus tipo 2.
O tratamento farmacológico do Diabetes Mellitus tipo 2 visa principalmente o controle glicêmico, medido pela hemoglobina glicada (HbA1c), para prevenir complicações micro e macrovasculares. A escolha da medicação depende de diversos fatores, incluindo eficácia, segurança, custo e comorbidades do paciente. A metformina é a droga de primeira linha para a maioria dos pacientes com DM2, devido à sua eficácia (redução de HbA1c de 1-1,5%), baixo risco de hipoglicemia, benefícios cardiovasculares e custo-efetividade. As sulfonilureias, como a gliclazida, são outra classe potente, capazes de reduzir a HbA1c em 1-2% ao estimular a secreção de insulina. Embora novas classes de medicamentos (iDPP-4, iSGLT2, agonistas de GLP-1) ofereçam benefícios adicionais, como proteção cardiovascular e renal, a metformina e as sulfonilureias ainda se destacam pela sua capacidade de redução glicêmica. É crucial conhecer a potência de cada classe para otimizar o tratamento e individualizar a terapia.
A metformina é um dos agentes mais eficazes, capaz de reduzir a hemoglobina glicada em aproximadamente 1% a 1,5%, sendo a primeira linha na maioria dos pacientes com diabetes tipo 2.
As sulfonilureias estimulam a secreção de insulina pelas células beta pancreáticas. Elas são altamente eficazes na redução da HbA1c, com uma média de 1% a 2%, mas apresentam risco de hipoglicemia.
Vantagens incluem alta eficácia na redução da HbA1c, baixo risco de hipoglicemia, potencial benefício cardiovascular e custo acessível. Desvantagens são efeitos gastrointestinais e contraindicação em insuficiência renal avançada.
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