Partograma: Diagnóstico de Parto Taquitócico e Distocias

ISMEP - Instituto de Saúde e Medicina de Brasília (DF) — Prova 2023

Enunciado

Fonte da imagem: Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher - Ministério da Saúde, 2001. Com base nos dados do partograma apresentado, assinale a alternativa que indica o diagnóstico correto.

Alternativas

  1. A) Parto eutócico
  2. B) Parto taquitócico
  3. C) Parada secundária da descida
  4. D) Parada secundária da dilatação
  5. E) Período pélvico prolongado

Pérola Clínica

Parto taquitócico = dilatação cervical > 5 cm/h ou descida fetal > 5 cm/h.

Resumo-Chave

O partograma é uma ferramenta gráfica essencial para monitorar a evolução do trabalho de parto e identificar precocemente desvios da normalidade, permitindo intervenções oportunas e prevenindo complicações maternas e fetais.

Contexto Educacional

O partograma é uma representação gráfica da evolução do trabalho de parto, que permite avaliar a dilatação cervical, a descida da apresentação fetal e as contrações uterinas ao longo do tempo. Sua utilização é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma ferramenta essencial para a vigilância do parto, auxiliando na identificação precoce de distocias e na tomada de decisões clínicas. O conhecimento de seus parâmetros e das curvas de alerta e ação é crucial para o manejo adequado do trabalho de parto.

Perguntas Frequentes

O que caracteriza um parto taquitócico no partograma?

Um parto taquitócico é caracterizado por uma progressão muito rápida do trabalho de parto, com dilatação cervical superior a 5 cm/hora ou descida fetal superior a 5 cm/hora na fase ativa.

Qual a importância do partograma na assistência ao parto?

O partograma é fundamental para monitorar a evolução do trabalho de parto, identificar precocemente desvios da normalidade, como distocias, e guiar a tomada de decisões clínicas, contribuindo para a segurança materno-fetal.

Quais são os principais distúrbios do trabalho de parto identificados pelo partograma?

O partograma pode identificar distúrbios como fase ativa prolongada, parada secundária da dilatação, parada secundária da descida e período pélvico prolongado, além do parto taquitócico.

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