Fluidoterapia Pediátrica: Manejo da Hipovolemia Grave

Fundação Universidade Federal do Tocantins - Campus Palmas — Prova 2021

Enunciado

A fluidoterapia mantém o volume e a composição normais dos fluidos corporais e, se necessário, corrige quaisquer anormalidades existentes. Em crianças, a anormalidade mais comum que requer fluidoterapia é a hipovolemia ou desidratação, geralmente relacionada a vômitos e diarreia por gastroenterite; Sobre as terapias de reposição e manutenção volêmica, marque a alternativa CORRETA:

Alternativas

  1. A) A primeira etapa da terapia de reposição envolve a correção emergente de hipovolemia moderada grave ou acentuada, garantindo o retorno do volume intravascular adequado e evitando danos aos tecidos.
  2. B) A segunda etapa conclui a reposição de fluidos e perdas de eletrólitos em crianças inicialmente tratadas com fluidoterapia intravenosa de emergência e é a única fluidoterapia necessária em pacientes com hipovolemia leve a moderada, devendo ser realizada apenas por via intravenosa.
  3. C) Na hipovolemia grave com comprometimento circulatório real ou em evolução, a fluidoterapia intravenosa de emergência deve começar com infusão rápida de 10 mL / kg de solução salina hipotônica em todos os pacientes.
  4. D) A administração rápida de soluções de cristaloides hipotônicas ou hipertônicas para expansão emergente do volume é a solução de escolha para restaurar o volume circulatório.

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