Avaliação de Fluidorresponsividade e VExUS na UTI

UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2025

Enunciado

Mulher de 66 anos encontra-se no 2o dia de internação em UTI para tratamento de sepse por pielonefrite. Encontra-se em ventilação mecânica no modo pressão de suporte, apresentando todos os disparos espontâneos. Durante sua evolução, apresenta novo episódio de hipotensão. Seus parâmetros hemodinâmicos são ΔPP (variação da pressão de pulso entre inspiração e expiração) de 13% e variação da PP após teste de oclusão expiratória de 15 segundos de 2%. Diâmetros de veia cava inferior de 2,8 cm medida por ultrassonografia. Realizado protocolo VExUS com imagem a seguir do doppler venoso renal: Diante dos dados apresentados, pode-se afirmar que nesse paciente:

Alternativas

  1. A) O ΔPP não pode ser utilizado para avaliação de fluidorresponsividade. Os demais dados indicam a correção de hipotensão com 500 mL de solução cristaloide.
  2. B) O ΔPP não pode ser utilizado para avaliação de fluidorresponsividade. Os demais dados indicam a correção de hipotensão com noradrenalina.
  3. C) O teste de oclusão expiratória de 15 segundos não pode ser utilizado para avaliação de fluidorresponsividade. Os demais dados indicam a correção de hipotensão com 500 mL de solução cristaloide.
  4. D) O teste de oclusão expiratória de 15 segundos não pode ser utilizado para avaliação de fluidorresponsividade. Os demais dados indicam a correção de hipotensão com noradrenalina.

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