Fístula Enterocutânea Pós-Op: Manejo e Conduta Cirúrgica

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2019

Enunciado

Homem, 43 anos, em tratamento de artrite reumatoide com prednisona há 5 meses, encontra-se no 60° dia de Pós-Operatório (PO) de apendicectomia por apendicite complicada. No 7° dia de pós-operatório, apresentou drenagem de secreção entérica fecaloide pela Ferida Operatória (FO), quando fez tratamento com ciprofloxacino e metronidazol por 14 dias. Desde então evolui afebril, com abdome flácido, sem dor a descompressão brusca e com presença de extrusão mucosa em FO. O leucograma tem parâmetros de normalidade. Apesar das medidas clínicas adotadas, o débito da drenagem se mantém cerca de 550 ml/24h. Foi realizada TC de abdome, que mostra um pertuito entre o ceco e a aponeurose menor que 1 cm de comprimento. Qual a conduta ?

Alternativas

  1. A) Iniciar novo tratamento clínico com antibioticoterapia e ampliação de espectro.
  2. B) Indicar reabordagem, ressecção do pertuito e do segmento intestinal envolvido.
  3. C) Realizar um “shaving” (raspagem) do pertuito e ressutura da parede.
  4. D) Manter o tratamento clínico expectante por mais 60 dias.

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