Fístula Biliar Pós-Colecistectomia: Diagnóstico e Conduta

IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2019

Enunciado

Mulher de 49 anos foi submetida a uma colecistectomia "difícil" por colecistite aguda, em que não foi realizada colangiografia intraoperatória por dificuldade técnica. Segundo a equipe de cirurgia, foi visualizado "visão de segurança" e somente duas estruturas foram ligadas e seccionadas. No final do procedimento, foi colocado um dreno subhepático. No 2º PO, iniciou saída de secreção biliar pelo dreno, com quantidade de 350 mL em 24h. Não houve aparecimento de febre ou sinais de disfunção orgânica. No momento, sem dor, e exame laboratoriais (hemograma, bilirrubinas, transaminase, amilase) dentro da faixa de normalidade. Qual destas condutas, parece ser a mais apropriada nesse momento?

Alternativas

  1. A) Indicaria dosagem de amilase do dreno e, caso estivesse elevada, realizaria reabordagem cirúrgica.
  2. B) Indicaria tomografia de abdomen e, se tiver presença de pneumoperitôneo reintervenção cirúrgica imediata.
  3. C) Indicaria re-laparoscopia para realização de colangigrafia.
  4. D) Indicaria laparotomia exploradora.
  5. E) Indicaria colangioressonância.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo