Prevenção de Fístula em Esofagectomia: Uso de ICG

Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2025

Enunciado

A fístula anastomótica é uma das complicações mais temidas e graves após uma esofagectomia, ocorrendo quando há uma falha na cicatrização da anastomose. Essa complicação pode levar à sepse, mediastinite, abscessos, pneumonia e até morte. Sabendo-se que o risco de fístula anastomótica pode ser minimizado por diversas abordagens intraoperatórias e pósoperatórias, assinale a alternativa correta com relação às técnicas e estratégias mencionadas para reduzir o risco de complicações anastomóticas:

Alternativas

  1. A) O uso de angiografia fluorescente intraoperatória pode ajudar a avaliar a perfusão da microcirculação, sendo uma técnica promissora para a redução do risco de fístula anastomótica.
  2. B) A embolização das artérias gástricas e esplênicas tem mostrado consistentemente uma redução significativa na incidência de fístulas anastomóticas.
  3. C) A técnica de Doppler intraoperatório é suficiente para avaliar com precisão a microcirculação da anastomose, dispensando outros métodos.
  4. D) A liberação do ligamento interclavicular é uma técnica amplamente utilizada para melhorar a perfusão arterial do estômago durante a esofagectomia.
  5. E) O uso de agentes prostaglandínicos, como a Prostaglandina E1, demonstrou ser o método padrão para evitar fístulas anastomóticas.

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