Fístula Anal em Doença de Crohn: Manejo e Técnicas

Unioeste/HUOP - Hospital Universitário do Oeste do Paraná - Cascavel (PR) — Prova 2015

Enunciado

Paciente feminina, 52 anos, submetida à laparotomia com ressecção extensa de jejuno e íleo terminal há 3 anos. Desenvolveu Síndrome do Intestino Curto e mantém acompanhamento no ambulatório do HUOP por diarreia. Neste acompanhamento, apresentou abscesso perianal que foi drenado no Pronto-Socorro. No seguimento ambulatorial, apresenta saída de secreção intermitente anal associada à dor. Ao exame físico, apresenta orifício fistuloso a 2 cm da margem anal, anterolateral direito. Sobre o caso acima podemos aferir, EXCETO que:

Alternativas

  1. A) A paciente deve ser submetida à avaliação do mecanismo esfinteriano anal antes da correção da fístula anal.
  2. B) Provavelmente o trajeto fistuloso é retilíneo.
  3. C) A cirurgia-padrão para sua patologia é a fistulotomia anal primária, que preferenciamente deve ser evitada neste caso.
  4. D) Ultrassom transretal ou ressonância magnética pode ser utilizado na avaliação complementar.
  5. E) A utilização de sedenhos, retalho mucoso ou técnica de ligadura do trajeto interesfinteriano (Lift), deve ser evitada, neste caso. 

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