HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2022
Para as fístulas anais não relacionadas à doença inflamatória intestinal, o tratamento mais indicado atualmente é:
Fístula anal não-DII → tratamento padrão ouro é cirúrgico (fistulotomia/fistulectomia) para erradicação.
O tratamento mais indicado para fístulas anais não relacionadas à doença inflamatória intestinal é cirúrgico, visando a erradicação do trajeto fistuloso. As técnicas mais comuns são a fistulotomia (abertura do trajeto) ou a fistulectomia (ressecção completa do trajeto), com o objetivo de preservar a continência anal.
A fístula anal é uma comunicação anormal entre o canal anal ou reto e a pele perianal, geralmente resultante de um abscesso anorretal prévio. A maioria das fístulas anais (cerca de 90%) é criptoglandular, ou seja, originária da infecção de uma glândula anal. Fístulas complexas ou atípicas podem estar associadas a outras condições, como doença de Crohn, tuberculose, câncer ou trauma. Para fístulas anais não relacionadas à doença inflamatória intestinal (DII), o objetivo do tratamento é erradicar o trajeto fistuloso e prevenir a recorrência, ao mesmo tempo em que se preserva a continência anal. O tratamento mais indicado e com as maiores taxas de sucesso é a intervenção cirúrgica. As técnicas cirúrgicas variam de acordo com a complexidade e a relação da fístula com o esfíncter anal. A fistulotomia (abertura do trajeto) e a fistulectomia (ressecção completa do trajeto) são as abordagens mais comuns para fístulas simples. Para fístulas complexas, outras técnicas como o uso de seton, retalho de avanço endorretal, plug de fístula ou injeção de células-tronco podem ser empregadas. As opções B, C, D e E não são consideradas o tratamento mais indicado atualmente para a erradicação de fístulas anais criptoglandulares.
A fistulotomia envolve a abertura do trajeto fistuloso, raspagem do tecido de granulação e cicatrização por segunda intenção. A fistulectomia é a ressecção completa do trajeto fistuloso, desde o orifício interno até o externo. Ambas visam erradicar a fístula.
O seton é indicado para fístulas complexas, transesfincterianas altas ou supraesfincterianas, onde a fistulotomia direta poderia comprometer a continência anal. Ele permite a drenagem e fibrose gradual, minimizando o risco de incontinência.
A principal causa é a infecção de uma glândula anal, que leva à formação de um abscesso anorretal. Se o abscesso não for drenado adequadamente ou se houver recorrência, pode evoluir para uma fístula anal.
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