FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2025
Fissuras anais são pequenas rupturas ou cortes no revestimento do canal anal, frequentemente causadas por trauma durante a evacuação, constipação ou diarreia. Elas podem causar dor intensa, sangramento e desconforto durante as evacuações. O tratamento das fissuras anais varia conforme a gravidade e a duração dos sintomas, podendo incluir medidas conservadoras ou intervenções cirúrgicas. Sobre o tratamento das fissuras anais, é CORRETO afirmar:
Fissura anal → Tratamento conservador (fibras, banho de assento, laxantes) é primeira linha para aguda; vasodilatadores tópicos ou cirurgia para crônica.
O tratamento da fissura anal, especialmente a aguda, é predominantemente conservador, visando amolecer as fezes e reduzir o espasmo do esfíncter anal. Medidas como aumento da ingestão de fibras, hidratação adequada e banhos de assento são essenciais.
Fissuras anais são pequenas úlceras lineares no canal anal, geralmente localizadas na linha média posterior, causadas por trauma durante a evacuação de fezes endurecidas ou diarreia. Elas provocam dor intensa, especialmente durante e após a defecação, e sangramento vermelho vivo. A dor leva ao espasmo do esfíncter anal interno, que reduz o fluxo sanguíneo local e dificulta a cicatrização, perpetuando o ciclo da fissura. O tratamento inicial para fissuras anais, especialmente as agudas (com menos de 6 semanas), é conservador e visa a reduzir o trauma fecal e o espasmo do esfíncter. Isso inclui medidas como aumento da ingestão de fibras na dieta e líquidos para amolecer as fezes, uso de laxantes formadores de bolo fecal, e banhos de assento com água morna por 15-20 minutos, várias vezes ao dia, para relaxar a musculatura anal e aliviar a dor. Para fissuras crônicas (mais de 6 semanas) ou aquelas que não respondem ao tratamento conservador, podem ser utilizados vasodilatadores tópicos (nitroglicerina, diltiazem) para relaxar o esfíncter e melhorar a cicatrização. A toxina botulínica injetada no esfíncter anal interno é outra opção. A cirurgia, geralmente a esfincterotomia lateral interna, é reservada para casos refratários, sendo o tratamento mais eficaz, mas com risco de incontinência fecal.
O tratamento conservador inclui aumento da ingestão de fibras e líquidos para amolecer as fezes, uso de laxantes formadores de bolo fecal, banhos de assento com água morna para relaxar o esfíncter e analgésicos tópicos.
A cirurgia, geralmente a esfincterotomia lateral interna, é indicada para fissuras anais crônicas que não respondem ao tratamento conservador e medicamentoso (vasodilatadores tópicos) após um período adequado.
Vasodilatadores tópicos, como pomadas de nitroglicerina ou diltiazem, são usados para relaxar o esfíncter anal interno, melhorar o fluxo sanguíneo local e promover a cicatrização, sendo uma opção para fissuras crônicas antes da cirurgia.
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