SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2023
A respeito das fissuras anais, podemos AFIRMAR que:
Fissura anal crônica = tríade clássica de plicoma sentinela, papila hipertrófica e exposição das fibras do esfíncter interno.
As fissuras anais são úlceras lineares dolorosas no canal anal, geralmente na linha média posterior. A forma crônica é caracterizada pela tríade de Brodie (plicoma sentinela, papila hipertrófica e exposição do esfíncter interno). O tratamento inicial é conservador, com cirurgia reservada para casos refratários.
A fissura anal é uma condição proctológica comum, caracterizada por uma úlcera linear na mucosa do canal anal, que causa dor intensa durante e após a evacuação, e sangramento discreto. A maioria das fissuras é aguda e localiza-se na linha média posterior, sendo causada por trauma durante a passagem de fezes endurecidas ou diarreia. Quando a fissura persiste por mais de 6-8 semanas, é classificada como crônica. Nesses casos, desenvolve-se a tríade clássica de Brodie, que inclui o plicoma sentinela (uma prega cutânea na margem anal), a papila hipertrófica (uma papila anal aumentada na linha denteada) e a exposição das fibras do esfíncter anal interno no leito da fissura. O tratamento inicial é conservador, com medidas para amolecer as fezes e relaxar o esfíncter. Para fissuras crônicas refratárias, a esfincterotomia lateral interna é o tratamento cirúrgico mais eficaz, visando reduzir o hipertonia do esfíncter interno e promover a cicatrização.
A fissura anal crônica é classicamente associada à tríade de Brodie: plicoma sentinela (pele espessada na margem anal), papila hipertrófica (uma papila anal aumentada na linha denteada) e exposição das fibras do esfíncter anal interno no fundo da fissura.
A maioria das fissuras anais (cerca de 90%) localiza-se na linha média posterior do canal anal, devido à menor vascularização e maior estresse mecânico nessa região.
O tratamento cirúrgico de escolha para a fissura anal crônica refratária ao tratamento conservador é a esfincterotomia lateral interna, que visa reduzir o hipertonia do esfíncter anal interno.
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