HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2023
Sobre o aleitamento materno, leia as afirmativas: I. Na fisiologia da lactação o hormônio prolactina, produzido pela adenohipófise, é responsável pelo estímulo da produção láctea nas células alveolares secretoras mamária e o hormônio ocitocina, produzido na neurohipófise, é responsável pela descida do leite através da contração das células mioepiteliais junto aos ductos lactíferos mamários. II. Entre as condições que contraindicam o aleitamento materno temos: mãe soropositiva ou portadora de tuberculose ativa; mãe em uso de medicamentos antineoplásicos, derivados da ergotamina e lítio, criança portadora de galactosemia. III. Quanto às fissuras mamilares que ocorrem no período de amamentação, a conduta mais eficiente é adequar uma boa pega do lactente, aumentar a frequência das mamadas, expor o mamilo ao sol e usar o próprio leite materno sobre a pele fissurada. IV. O colostro ocorre até cerca do 5º dia de vida e é caracterizado por ter alto teor de proteínas e menor quantidade de carboidratos e gorduras. Estão CORRETAS:
Prolactina → produção leite; Ocitocina → ejeção. HIV e galactosemia contraindicam amamentação. Fissuras: boa pega + leite materno.
A fisiologia da lactação envolve a prolactina para a produção e a ocitocina para a ejeção do leite. É crucial conhecer as contraindicações absolutas, como HIV materno e galactosemia infantil, e as condutas corretas para intercorrências como fissuras mamilares, que incluem a correção da pega e o uso do próprio leite.
O aleitamento materno é fundamental para a saúde materno-infantil, sendo um tema recorrente em provas de residência. A compreensão de sua fisiologia, com a ação da prolactina na produção e da ocitocina na ejeção do leite, é a base para o manejo clínico. Além disso, o conhecimento das características do colostro e do leite maduro é essencial. As contraindicações do aleitamento materno são um ponto crítico, incluindo condições maternas como infecção por HIV e uso de certos medicamentos (antineoplásicos, ergotamina, lítio), e condições do lactente como a galactosemia. É importante diferenciar contraindicações absolutas de relativas ou temporárias, como a tuberculose ativa tratada, que geralmente permite a amamentação. Intercorrências como as fissuras mamilares são comuns e podem levar ao desmame precoce. O manejo adequado, focado na correção da pega, aumento da frequência das mamadas e uso de recursos como o próprio leite materno, é crucial para a manutenção da amamentação e para a saúde da mãe e do bebê.
A prolactina, produzida pela adenohipófise, é responsável pela produção láctea nas células alveolares. A ocitocina, produzida na neuro-hipófise, é responsável pela ejeção do leite através da contração das células mioepiteliais.
As contraindicações absolutas incluem mãe soropositiva para HIV, mãe em uso de medicamentos antineoplásicos, derivados da ergotamina ou lítio, e criança portadora de galactosemia. Tuberculose ativa não tratada também é uma contraindicação.
A conduta mais eficiente para fissuras mamilares é adequar uma boa pega do lactente, aumentar a frequência das mamadas, expor o mamilo ao sol (com moderação) e usar o próprio leite materno sobre a pele fissurada para cicatrização.
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